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segunda-feira, 8 de julho de 2013

ÁLCOOL E DESPORTO NÃO COMBINAM

Devemos estar atentos aos efeitos do álcool. 
O álcool reduz a capacidade de resposta do organismo, acelera a perda de calor do corpo e reduz a resistência. Consumir álcool 24 horas antes de um jogo, prova ou exercício, é mais provável desenvolver-se cãibras musculares.
Aqui fica umas dicas do quanto o álcool pode ser um problema no desporto.
Curtam do cartoon, quem é que já não apanhou umas destas (não agora, calma) em tempos !!
Bons treinos.


RESISTÊNCIA 
O nível de açúcar no sangue, que o corpo necessita para ter energia, é produzido pelo fígado que liberta glicose na circulação sanguínea. O álcool reduz a capacidade do organismo para produzir este açúcar; o que resulta em menos energia e menos resistência. 


PERDA DE CALOR  
Primeiro, ao entrar no corpo o álcool fá-lo sentir-se febril. O organismo perde calor rapidamente o que pode levar a uma descida anormal da temperatura corporal (hipotermia). Quanto mais prolongado for o treino ou quanto mais fresco estiver o tempo, maior é o risco de hipotermia. 




TEMPO DE REAÇÃO 
As propriedades tranquilizantes do álcool continuam a fazer-se sentir muito depois de ter bebido. O álcool afecta o sistema nervoso central, diminuindo a capacidade de processamento da informação no cérebro. Isto afecta a reacção, coordenação, precisão e equilíbrio; parâmetros importantes para quem pratica desporto.


LESÕES MUSCULARES 
O álcool provoca hemorragia e inchaço nos tecidos musculares lesionados (rotura de ligamentos, contusões e cortes, que são as lesões mais comuns) levando mais tempo a cicatrizar. Por outro lado, o álcool dissimula a dor retardando o início do tratamento, fazendo toda a diferença no tempo de recuperação.  

Se sofreu uma lesão muscular, evite o álcool, pelo menos até iniciar o tratamento.

CÃMBRIAS 
Durante o exercício, os músculos queimam açúcar, produzindo ácido láctico. Muito ácido láctico conduz à fadiga muscular e cãibras. 
O álcool que entra no organismo depois de uma noite de excessos, contribui para uma produção ainda maior de ácido láctico, aumentando drasticamente o risco de cãibras.

Carlos Costa

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Overtraining, o que é / prevenção

 
Até alguns anos atrás, overtraining era uma situação que se restringia apenas aos atletas profissionais. Hoje, de forma preocupante, ela aparece cada vez mais, atingindo profissionais e atletas amadores.

O overtraining ou excesso de treino,
pode ser caracterizado como sendo uma síndrome que tem causa na desproporção entre a quantidade (volume e intensidade) de treino e a capacidade de recuperação do organismo (tempo).
Quando ocorre esta desproporção, ou seja, uma carga de trabalho muito grande que ultrapasse a capacidade de adaptação e/ou de recuperação do atleta, o organismo entra em "falência", comprometendo vários sistemas orgânicos como o imunológico, o endócrino, o nervoso autônomo, entre outros. Além disso, outros fatores que podem predispor o indivíduo a esta síndrome são: o grande número de competições, a monotonia do treino, quadros patológicos pré-existentes, nutrição inadequada, fatores ambientais (altitude, temperatura e umidade) e a falta de orientação de um profissional para a prática de atividade física.

Apesar de inúmeras pesquisas, ainda não se chegou a conclusão de um diagnóstico padrão, que possa caracterizar o overtraining. Sendo assim, sinais emitidos pelo corpo, devem ser observados atentamente em nossa rotina de treinamento. Alguns desses sinais e sintomas são:

- Queda no desempenho (os exercícios não surtem efeito).
- Queda na imunidade, maior número de infecções.
- Fadiga crônica.
- Quadros de insônia ou noites mal dormidas.
- Lesões musculares.
- Irritabilidade, ansiedade e agressividade.
- Aumento da pressão arterial e da freqüência cardíaca.
- Perda de apetite.
- Sensação de membros pesados.

Deve ficar claro, que o melhor tratamento para o overtraining é a PREVENÇÃO, e sendo assim alguns cuidados devem ser tomados frente a esse problema como por exemplo:

- Respeite o tempo de recuperação do corpo entre uma atividade e outra.
- Mantenha sua freqüência cardíaca dentro dos parâmetros obtidos em sua avaliação física.
- Procure se hidratar antes, durante e depois de seus treinamentos.
- Tenha uma alimentação equilibrada e evite dietas radicais.
- Procure ouvir, sentir e respeitar os sinais enviados pelo seu corpo.
- Treino planejado e respeito às fases de preparação são fundamentais para prevenir lesões e evitar desgastes desnecessários.

Quando se quer já muito bons resultados e qualidade de vida desportiva, torna-se muito importante o acompanhamento de uma equipa multidisciplinar (médico, educador físico, nutricionista e fisioterapeuta).
Portanto pessoal toca a treinar com cabeça !
 
Carlos Costa

quinta-feira, 14 de março de 2013

Técnicas de Corrida

Como ando em preparação para a Mini Meia Maratona tenho lido imensas coisas que me têm ajudado a corrigir alguns erros e a "poupar"  energia desnecessariamente na corrida e, achei interessante fazer um post sobre técnicas de corrida, então juntei tudo o que achei relevante e aqui vai(espero que vos ajude!):

As técnicas de corrida são fundamentais para manter uma passada regular e correcta, como para ajudar a prevenir lesões e a ajustar a postura de forma a melhorarmos a nossa performance. Não só os iniciantes mas todos os corredores em geral devem ter estas técnicas em atenção. A forma mais fácil é integrá-las na fase inicial da corrida, ou seja, no aquecimento.



A - Corrida com as pernas duras (a)

Desenvolve o uso da articulação do tornozelo durante o arranque.

  • Correr com os joelhos "trancados" em posição estendida;
  • Braços em movimento normal de corrida;
  • Cuidado para que as pernas não façam os movimentos somente na frente ou atrás do corpo;
  • Força para o deslocamento com origem no tornozelo;

B - Skipping (a)

Melhora a velocidade na troca de pernas e facilita a coordenação para elevar os joelhos quando se corre em maior velocidade.
  • Manter a passada curta;
  • Tocar o solo com o terço dianteiro do pé;
  • Erguer o joelho até que a coxa fique pelo menos paralela ao chão;
  • Manter o tronco levemente inclinado para a frente;
  • Braços em movimento normal de corrida;
  • Locomoção lenta para a frente;

C - Elevação do calcanhar

Melhora a velocidade e o movimento de troca de pernas, além de possibilitar maior tempo de "voo" e comprimento da passada.

  • Manter a passada curta;
  • Tocar o solo com o terço dianteiro do pé;
  • Elevar os calcanhares o máximo possível até à linha do glúteo;
  • Frequência de passada alta com deslocamento lento para a frente;

D - Corrida com as pernas duras (b)

Potencializa a utilização dos glúteos na passada ao levar a perna ao solo.

  • Com os joelhos "trancados", elevar as pernas à frente do tronco;
  • Dar ênfase ao movimento de trazer a perna de volta ao solo;
  • Deslocamento lento para a frente;

E - Skipping (b)

Maximiza a qualidade do retorno da perna ao solo.
  • Movimentos inicial do joelho similar ao skipping(a);
  • Com o joelho elevado, estender a perna num movimento de "chutar";
  • Voltar ao chão com a perna estendida;
  • Manter a passada curta;
  • Tocar o chão com o terço dianteiro do pé.

F - Dribbling 

Minimiza o tempo de contacto com o solo e optimiza o uso da energia elástica.

  • Manter a passada curta;
  • Tocar no chão com o terço dianteiro do pé;
  • Minimizar o tempo de contacto dos pés com o chão;
  • Realizar o maior número possível de passos para a distância pretendida;

G - Mãos na cabeça 

Realça a existência de desvios laterais na corrida e ajuda a neutralizá-los.
  • Correr uma série de repetições numa velocidade crescente, com as mãos atrás da cabeça;
  • Utilizar a parte abdominal para neutralizar os movimentos laterais do corpo;

H - Saltos alternados

Aumenta a força e a potência da passada.
  • Realizar a série com passos exageradamente largos;
  • Durante o salto, manter a perna dianteira com o joelho elevado e perna traseira estendida;


BONS TREINOS!

Carina Cavaco

Fonte: YouTube: Even Faster Sports. Dísponível em: <http://www.youtube.com/feed/UCeIJT6ziydu-LaSsmTBDTbA>. Acesso: 15 Março 2013